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Lazer no Rio Grande do Sul

Imagem relacionadaLagoa dos Patos (referida por alguns especialistas como Laguna dos Patos), a maior do Brasil e a segunda da América Latina, situam-se no estado brasileiro do Rio Grande Resultado de imagem para turismo no rio grande do suldo Sul. Tem 265 km de comprimento e uma superfície de 10000 km², estendendo-se na direção nordeste - sudoeste, paralelamente ao Oceano Atlântico. O nome estaria ligado às tribos de índios que habitavam a região do Rio Grande do Sul, conhecidos como "patos". Outra versão conta que a origem do nome desta lagoa teria ocorrido em 1554, quando viajavam para o Prata algumas embarcações espanholas, que, acossadas por um temporal, viram-se na contingência de procurar abrigo na barra do Rio Grande. Aí deixaram fugir alguns patos que traziam a bordo e de tal modo se deram bem as aves com o lugar, que se reproduziram assombrosamente, chegando a coalhar a superfície das águas da lagoa, dando-lhe o nome. É importante ressaltar que a "lagoa" dos Patos é na verdade uma laguna, uma vez que ela é ligada ao mar por um estreito canal e sua água é salobra. Ao nordeste encontra a Lagoa do Casamento e a noroeste o Rio Guaíba, na verdade um estuário, que faz a transição entre a Lagoa dos Patos e o delta do rio Jacuí, formado pelos rios Caí, Gravataí, Jacuí e Rio dos Sinos. Perto do seu estuário, ao sul, encontram-se as cidades de Rio Grande e São José do Norte, que delimitam o Canal do Norte, na Barra do Rio Grande, onde ela se liga ao oceano. Comunica-se com a Lagoa Mirim, ao sul, pelo Canal de São Gonçalo. Ela é navegável por embarcações fluviomarítimas de até 5,10 m de calado, de Rio Grande a Porto Alegre. A fim de garantir o acesso de embarcações de maior cabotagem, mantém-se a profundidade através de dragagem sistemática e constante em alguns pontos. O Litoral Gaúcho: De Torres até Chuí, a extensão quase contínua da praia tem uma morfologia de identidade: praias retilíneas, dunas e lagoas. A planície costeira somente é interrompida pelas embocaduras do Rio Tramandaí e pela Barra do Rio Grande, no estuário da Laguna dos Patos. O Litoral Norte possui um Imagem relacionadagrande número de lagoas costeiras fechadas e o encontro com o planalto basáltico tem como testemunhas as guaritas da praia de Torres. É possível navegar de Osório a Tramandaí e até Torres pelas lagoas. O Litoral Sul: caracteriza-se por restingas costeiras (grandes acumulações sedimentares de origem recente), que funcionam como uma espécie de barragem do importante sistema lagunas e ambientes lacustres interiores. Turisticamente, essa região é conhecida como Costa Doce. É possível navegar do Uruguai a Porto Alegre pelas lagoas ou por mar até a cidade do Rio Grande. O litoral sul possui boa infra-estrutura de clubes náuticos. As correntes marítimas Brasil Malvinas: e costeiras circulam pelo litoral gaúcho. As maiores ondas são as do quadrante sul, podendo atingir até quatro metros. As ondas originadas pelos ventos nordeste, sueste e sudoeste variam entre um a dois metros. O clima no Rio Grande do Sul é uniforme, temperado. A maritimidade possui influência na formação de brisas. A presença das correntes marinhas do Brasil (quente) e das Malvinas (fria) produz um ambiente tépido, proporcionando temperaturas Resultado de imagem para turismo no rio grande do sulbrandas no inverno, com os ventos influenciando na sensação térmica. A Costa Doce está localizada ao Sul do Brasil, estendendo-se pelas regiões Centro-Sul e Sul do Rio Grande do Sul. É uma região turística singular por oferecer roteiros que aliam a beleza das praias e paisagens, à história e à cultura rica do povo Gaúcho. Possui a imensidão das águas do maior complexo lagunas da América Latina, composto pela Laguna dos Patos e pelas lagoas Mangueira e Mirim. Oferecem opções diversas de lazer, cultura e Imagem relacionadadiversão o ano todo, nos segmentos Sol e Praia, Cultural-Histórico, Rural, Náutico, Esporte e Aventura e Negócios & Eventos. Conhecer a Costa Doce é encantar-se à primeira vista com seu ecossistema exuberante e a fauna diversificada que habitam o Mar de dentro. Um espetáculo inesquecível é o pôr-do-sol que se reflete sobre espelhos de água doce. Sol para o mar e para a lagoa. Sol para bronzear ou tranqüilamente descansar à sombra das magníficas figueiras que marcam a paisagem do Sul. Um Sul rural, em que a história está viva nas lides campeiras, nas estâncias e fazendas históricas, que ganham vida com os Cavaleiros da Costa Doce. Beleza e charme que se revelam nos centros históricos, no luxo dos casarios de época preservados pela tradição e na arquitetura eclética que integra o MERCOSUL. Cultura que valoriza a diversidade étnica dos alemães-pomeranos, com o Caminho Pomerano, dos portugueses, na Ilha dos Marinheiros ou com o Roteiro Pelotas Colonial. O turismo náutico apresenta esporte e aventura junto à natureza. Numa visita à Estação Ecológica do Taim, desnuda-se um verdadeiro paraíso ao Sul, com capivaras, preás, tartarugas, jacarés, cisnes-do-pescoço-preto e outras espécies em extinção. Uma opção diferenciada está na Rota dos CamposResultado de imagem para turismo no rio grande do sul    Neutrais, no extremo Sul do Brasil; o Caminho Farroupilha e o Caminho Del Gaucho são a expressão maior da cultura do Rio Grande do Sul e das lides campeiras. O Roteiro de Eco-aventura: Recantos e Encantos revelam os mistérios dos cerros e lagoas da região Centro-Sul. Clima, conformação geográfica, natureza, população e hábitos culturais e gastronômicos tornam a Costa Doce diferenciada, de outras regiões. Oferece opções de hospedagem qualificada e facilidade de locomoção. No site www.costadoce.com.br  é possível conhecer um pouco mais sobre a região. São informações sobre os 17 municípios que compõe a Região Turística e se organizam através da Governança Regional da Associação de Desenvolvimento do Turismo na Costa Doce (AD Costa Doce).Charles Furtado Vilela – Jornalista Sul A Microrregião Sul: é fantástica em sua Imagem relacionadadiversidade. Oferece das praias de lagoa, como a do Laranjal, ao mar do Oceano Atlântico, na Praia do Cassino. Dos dois maiores centros comerciais em Pelotas e Rio Grande, às compras nos free shops de Chuí e Jaguarão, na divisa com o Uruguai. O pujante desenvolvimento econômico, oportunizado pelo Pólo Naval em Rio Grande, convive com a história rica de Piratini, berço da Revolução Farroupilha (1835-1845). O Sul é formado por doze municípios, que junto à Microrregião Centro-Sul, integram a Região Turística da Costa Doce. Surgido em 1810, o evento tornou-se uma das maiores festas populares do mundo e no Rio Grande do Sul acontece oficialmente em dez cidades. A maior e mais antiga é a de Santa Cruz do Sul, até o dia 13 de outubro e pretende atrair 400 mil visitantes, razão pela qual a Secretaria do Turismo do RS mantém lá um estande para promover as festas populares e regionais de todo o RS. Contudo, os fãs desse eventoImagem relacionada regado a chope podem aproveitar o mês inteiro em diferentes cidades. Oktoberfest em Santa Cruz do Sul: este ano a 26ª edição de sua Oktoberfest, de 18 a 27 de outubro. São Lourenço do Sul também realiza sua 26ª edição, de 11 a 13 de outubro. Santa Rosa está na 16ª realização dessa comemoração germânica, até o dia 13, sendo que dias 9 e 10 acontece a Kindersfest, para crianças.. Panambi realiza sua 13ª festa, de 25 a 27 de outubro e, em Erechim, a festa está na 3ª edição e acontece de 18 a 19 de outubro. Porto Alegre terá vários eventos comemorativos ao estilo Oktoberfest na Sogipa, de 24 a 27 de outubro. Alpestre (15ª edição, de 25 a 27); Cerro Largo (19ª edição, de 10 a 13); e Maratá (12ª edição, de 11 a 14) também organizam comemorações tradicionais e cheias de atrações. Todos os eventos têm programações gratuitas, mas a regra é a cobrança de ingresso nos parques expositivos e gastronômicos. A Setur/RS vê com muito otimismo o crescimento de todos estes Resultado de imagem para farroupilha no rio grande do suleventos, que estimulam o turismo interno e eventualmente também externo, estimulando assim a economia gaúcha. O estande presente em Santa Cruz do Sul durante a Oktoberfest faz parte do projeto “Vitrines do Turismo Gaúcho”, destinado a fomentar o turismo interno para cinco das maiores festas populares do estado. Além da citada Oktoberfest, estão também a Fenadoce, a Expobento, a Expointer e a Feira do Livro de Porto Alegre. A maior das Oktoberfest do Brasil acontece em Blumenau e de fato é a terceira maior entre essas festas populares fora da Alemanha, com quase 600 mil visitantes no ano passado. O evento acontece até o dia 20 de outubro e está em sua 30ª edição. Ao contrário do que se divulga, a maior Oktoberfest do mundo não acontece nessa cidade catarinense, mas sim em Qingdao, na China, criada em 1991 e hoje realizada em agosto, com cerca 3 milhões de visitantes. Ex-colônia alemã naquele país entre 1898 e 1914, a cidade é berço da cerveja Tsingtao, uma das mais vendidas e exportadas no mundo. A segunda maior é canadense, em Kitchener, desde 1969, com mais de 700 mil visitantes ao ano. A segunda maior da Alemanha acontece em Hannover (900 mil visitantes) e a que mais cresce é a de Viena. As festas de outubro eram comuns em toda Baviera desde 1553, quando um decreto local estabeleceu, e por alguns séculos, que a fabricação de cerveja só podia acontecer entre 29 de setembro e 23 de abril, em razão do alto risco de grandes queimadas e incêndios. Setembro era, portanto o mês em que os estoques deviam ser liquidados, motivando as festividades. A Oktoberfest tal como conhecemos surge em 12 de outubro de 1810, com o casamento do príncipe herdeiro (depois rei) da Baviera, Ludwig I, com a princesa Theresien em Munique. Sabedor do gosto da princesa por esportes e pela cultura grega, um banqueiro organizou uma corrida de cavalos e uma mini olimpíada em um prado próximo ao antigo muro que cercava a cidade. A festa tornou-se tradição e o local passou a chamar-se Theresienwiese (ou prado da Teresa) e depois Wiese, origem do termo Wiesn, que em alemão identifica a festa original.