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Lazer na Paraíba

Resultado de imagem para turismo na paraibaBELEZAS NATURAIS: Possui clima tropical úmido no litoral, com chuvas abundantes. À medida que se desloca para o interior, depois da Serra da Borborema, o clima torna-se semi-árido e sujeito a estiagens prolongadas e precipitações abaixo dos 500mm. As temperaturas médias anuais ultrapassam os 26º, com algumas exceções no Planalto da Borborema, onde a temperatura média é de 24º. RESERVAS NATURAIS: Parque Arruda Câmara – Bica- (João Pessoa) - Jardim Botânico Benjamim MaranhãoMata do Buraquinho- (João Pessoa) - Parque Estadual do Aratu Mata do Aratu- (Microrregião de João Pessoa) - Reserva da Usina São João (Santa Rita) - Estação Ecológica do Pau-Brasil (Mamaguape) - Reserva Biológicas Guaribas (Mamaguape/RioTinto) - Reserva Ecológica Mata do Rio Vermelho (Rio Tinto) - Parque Estadual Pedra da Boca (Araruna) - Monumento Natural Vale dos Dinossauros (Sousa) - Área de Proteção Ambiental das Onças (São João do Tigre) - RELEVO: A maior parte do território paraibano é constituída por rochas resistentes, e bastante antigas, que remontam a era pré-cambriana com mais de 2,5 bilhões de anos. Elas formam um complexo cristalino que favorecem a ocorrência de minerais metálicos, não metálicos e gemas. Os sítios arqueológicos e paleontológicos, também resultam da idade geológica desses terrenos. No litoral temos a Planície Litorânea que é formada pelas praias e terras arenosas. Na região da mata, temos os tabuleiros que são formados por acúmulos de terras que descem de lugares altos. No Agreste (e Brejo), temos algumas depressões que ficam entre os tabuleiros e o Planalto da Borborema, onde se encontram muitas serras, como a Serra da Araruna, a Serra de Cuité, Serra da Jurema, Serra do Bodopitá e a Serra de Teixeira. Encontra-se no Resultado de imagem para turismo na paraibamunicípio de Araruna o Parque Estadual Pedra da Boca. O Planalto da Borborema ou Chapada da Borborema é o mais marcante acidente do relevo do estado. Na Paraíba ele tem um papel fundamental no conjunto do relevo, rede hidrográfica e nos climas. As serras e chapadas atingem altitudes que variam de 300 a 800 metros de altitude. No sertão, temos uma depressão sertaneja que se estende do município de Patos até após a Serra da Viração. A Serra de Teixeira é uma das mais conhecidas, com uma altitude média de 700 metros, onde se encontra o ponto culminante da Paraíba, a saliência do Pico do Jabre, que tem uma altitude de 1.197 metros acima do nível do mar, e fica localizado no município de Matureia. HIDROGRAFIA: Na hidrografia da Paraíba, os rios fazem parte de dois setores, Rios Litorâneos e Rios Sertanejos. O estado encontra-se com 97,78% de seu território dentro do polígono das secas, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Rios Litorâneos – são rios que nascem na Serra da Borborema e vão em busca do litoral paraibano, para desaguar no Oceano Atlântico. Entre estes tipos de rios podemos destacar: o Rio Paraíba, que nasce no alto da Serra de Jabitacá, no município de Monteiro, com uma extensão de 360 km de curso d’água e o maior rio do estado. Também podemos destacar outros rios, como o Rio Curimataú e o Rio Mamanguape. Rios Sertanejos – são rios que vão em direção ao norte em busca de terras baixas e desaguando no litoral do RioResultado de imagem para turismo na paraiba
Imagem relacionadaGrande do Norte.
O rio mais importante deste grupo é o Rio Piranhas, que nasce na Serra do Bongá, perto da divisa com o estado do Ceará. Esse rio é muito importante para Sertão da Paraíba, pois através desse rio é feita a irrigação de grandes extensões de terras no sertão. Tem ainda outros rios, como o Rio do Peixe, Rio Piancó e o Rio Espinhara, todos afluentes do Rio Piranhas. Os rios da Paraíba estão inseridos na Bacia do Atlântico Nordeste Oriental e apenas os rios que nascem na Serra da Borborema e na Planície Litorânea são perenes. Os outros rios são temporários e correm em direção ao norte, desaguando no litoral do Rio Grande do Norte. VEGETAÇÃO: A vegetação litorânea do estado da Paraíba apresenta, matas, manguezais e cerrados, que recebem a denominação de “tabuleiro”, formado por gramíneas e arbustos tortuosos, predominantemente representados, entre outras espécies por batiputás e mangabeiras. Formadas por floresta Atlântica, as matas registram a presença de árvores altas, sempre verdes, como a peroba e a sucupira. Localizados nos estuários, os manguezais apresentam árvores com raízes de suporte, adaptadas à sobrevivência neste tipo de ambiente natural. A vegetação nativa do planalto da Borborema e do Sertão caracteriza-se pela Resultado de imagem para turismo na paraibapresença da caatinga, devido ao clima quente e seco característico da região. A caatinga pode ser do tipo arbóreo, com espécies como a baraúna, ou arbustivo representado, entre outras espécies pelo xique-xique e o mandacaru. Um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, com mais de 50 tipos de pegadas de animais pré-históricos, espalhadas por toda bacia sedimentar do Rio do Peixe em uma extensão de 700 Km². Estegossauros, Alossauros, Iguanodontes, enfim, inúmeras espécies de dinossauros viveram no sertão

paraibano entre 250 e 65 milhões de anos. Os achados mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos de 120 milhões de anos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX. O local é visitado por centenas de turistas vindos das mais variadas partes do mundo. É na Bacia do Rio do Peixe onde se encontra a maior incidência mundial desses vestígios. Nessa área foi construído um centro de visitação que conta com passarelas metálicas e um mirante, para facilitar o acesso às pegadas. O Vale dos Dinossauros em Sousa/PB é internacionalmente conhecido do ponto de vista das pegadas, fósseis de dinossauros e é um dos locais arqueológicos mais importantes do mundo. As primeiras pegadas de dinossauros no Brasil foram encontradas, em 1897, na localidade de Passagem das Pedras (Sousa - PB), pelo agricultor Anísio Fausto da Silva, que com espanto denominou-as de "rastro do boi e rastro da ema". As marcas deixadas por esses animais pelo sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo também muitos turistas e curiosos de todo o
mundo. http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/belezas-naturais CULINÁRIA: Exuberante e variada, a miscigenação das raças tornou a culinária paraibana um referencial da gastronomia nordestina. Levando os turistas a apreciação de uma deliciosa combinação de sabores e cores, contribuindo assim, com o desenvolvimento local.No litoral, logo após a pesca, podem ser preparados pratos com a agulhinha frita, pratos à base do camarão, peixada e vindos do mangue os famosos caldinhos de caranguejo com leite de coco. No século XVIII  na região compreendida entre o centro-norte paraibano e as cidades do seridó norte-rio grandense surgiu a carne-de sol, um dos pratos mais característicos do Estado como de todo o Nordeste. Vários restaurantes se especializaram na preparação deste prato acompanhada com macaxeira, feijão verde e manteiga daterra.http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/culinaria CARIRI – UM TRIBUTO A VOCÊ: Um roteiro repleto de sensações, dispondo de rico artesanato, deliciosa gastronomia regional e raras belezas naturais. Como porta de entrada, tem-se Campina Grande, “Rainha da Borborema”, terra onde acontece o Maior São João do Mundo durante todo o mês de junho. Adentrando-se no Cariri temos: Boqueirão, a cidade das águas, do peixe e da tecelagem artesanal; Boa Vista, terra do artesanato de chitão (dos famosos vestidos de chita), do queijo de coalho e da bentonita (espécie de argila); São João do Cariri e a Muralha do Meio do Mundo, no sítio Picoito, onde é possível conhecer as inscrições rupestres nos paredões de rocha; Sumé com preservado Centro Histórico; Monteiro Terra de grandes nomes da cultura paraibana, como Zabé da Loca, Flávio José e Pinto do Monteiro, que podem ser conhecidos no Museu Histórico de Monteiro e Cabaceiras, com destaque para o Lajedo Pai Mateus, lugar místico, cenário de vários filmes e para um por do sol inesquecível. Seus atrativos e a receptividade de sua gente contribuem para um interessante roteiro de viagem.http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/cariri-um-tributo-a-voce CAMINHO DOS ENGENHOS:  As trilhas ecológicas e a arquitetura secular dos antigos casarões e engenhos de cana-de-açúcar formam um encantador roteiro histórico, ecológico e gastronômico. No brejo paraibano, o ar bucólico de interior e a atmosfera de viagem ao passado levam o visitante a conhecer e vivenciar a história da civilização do açúcar.  A riqueza do artesanato regional, a produção da rapadura e da cachaça, uma das mais premiadas cachaças brasileiras, as manifestações culturais e a natureza exuberante fazem deste charmoso roteiro uma excelente opção de viagem.http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/caminho-dos-engenhos ENTRE RIOS E MAR: O Polo Costa das Piscinas contempla 12 municípios que se distribuem em uma área de 2.503 km² de belezas naturais, oferecendo opções de praias quase desertas e diversificados ecossistemas costeiros (estuários de rios, mangues, dunas, falésias e cordões marinhos), com destaque para: Areia Vermelha (Cabedelo) e Picãozinho (João Pessoa) – com suas belas piscinas de corais. A praia de naturismo Tambaba, no município de Conde e, ainda, a praia da Barra do Rio Mamanguape situada em importante Área de Preservação Ambiental – APA, onde está localizado o Centro do Peixe-Boi-Marinho. Há também o último reduto indígena, remanescente da Tribo Potiguara na Paraíba, em Baía da Traição. João Pessoa, capital do Estado, dispõe de praias urbanizadas com bons serviços turísticos e uma reconhecida potencialidade histórico-cultural presente em seus monumentos e na riqueza de sua cultura popular. http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/entre-rios-e-mar BREJO: A região está  localizada na mesorregião do Agreste Paraibano, está dividida em oito municípios: Matinhas, Alagoa Nova, Alagoa Grande, Areia, Pilões, Serraria, Borborema e Bananeiras. O Brejo paraibano compreende um conjunto de paisagem serrana com altitude media de 550 m e temperaturas oscilando entre 12 e 18 graus no período de junho a agosto. Um cenário de clima frio, repleto de rios, cachoeiras, trilhas e mata atlântica, além , patrimônio histórico das cidades centenárias que promovem eventos e a prática de outros segmentos do turismo como: aventura, ecoturismo, religioso, histórico cultural, negócios, entre outros. Localizada aproximadamente 120km de João Pessoa e a 70km de Campina Grande, possuem equipamentos hoteleiros e restaurantes servindo a rica gastronomia regional. Região importante produtora da rapadura artesanal e da cachaça de alambique. Uma viagem na história desta região leva aos tempos áureos dos engenhos de cana de açúcar, permite ao visitante degustar produtos feitos na hora e participar da produção. No seu rico patrimônio histórico, encontramos: teatros, engenhos, museus, ladeiras e casarões que contam a historia do nosso Estado. Sempre acompanhados da hospitalidade brejeira e da rica gastronomia, acompanhada das melhores cachaças da Paraíba. A região é berço de renomados artistas, como o artista plástico Pedro Américo, o músico Jackson do Pandeiro, o escritor José Américo de Almeida, e a líder sindical Margarida Alves, entre outros nomes. http://www.destinoparaiba.pb.gov.br/#!/brejo Cariri: A região do Cariri está localizado no trópico semi-árido do Estado da Paraíba, na mesorregião da Borborema, e se caracteriza por apresentar elevadas temperaturas e poucas chuvas ao longo do ano.