logo

Pesquisar

Gastronomia do Estado de Goias

A CULINÁRIA GOIANA é muito diversificados sendo seus principais pratos o peixe na telha, a suã (carne de porco) com arroz, o arroz com pequi e a pamonha. Os frutos são a jaboticaba, a guabiroba, o jatobá, entre muitos outros do cerrado. Também se destacam as misturas, nome que se dá às verduras, como a serralha e a taioba, além da introdução da guariroba, um dos principais ingredientes do empadão, como vegetal na dieta quase diária. INGREDIENTES: 1 guariroba pequena, 1 cebola pequena, 4 dentes de alho, 2 xicaras de leite, 1 pimenta fresca, Caldo de limão,, Azeite, Salsa picada á gosto. MODO DE FAZER: Vá picando a guariroba em fatias, dentro de uma bacia com água e limão para que não escureça. Em seguida lave-a  em água corrente, escorra e deixe de molho no leite. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite; em seguida coloque  água suficiente que dê para cobrir a guariroba e acrescente  a pimenta e o sal . Deixe levantar fervura. Escorra a guariroba do leite,  junte á água e deixe a panela tampada até total cozimento. Acrescente a salsa picada. A QUITANDA, DENOMINAÇÃO QUE SE DÁ AOS BISCOITOS CASEIROS, também é diversificada: quebrador, mané pelado (bolo de mandioca assado na folha de bananeira), biscoito-de-queijo (que foi inventado em Goiás), mentira (biscoito de polvilho frito), a peta, o quase esquecido brevidade (polvilho batido com ovos e açúcar), o pastelzinho de doce de leite e o bolinho doce de arroz (esses dois últimos são quitandas típicas da Cidade de Goiás). É riquíssima a variedade de doces: marmelada em caixeta (região de Luziânia), moça-de-engenho (melado batido e emoldurado em forma de escultura), doce-de-leite (sobretudo com pau de mamão ralado ou sidra ralada), doce-de-ovo (ambrosia feita diretamente no melaço), de frutas cristalizadas (riquíssimos em Pirenópolis), doce de sidra ralada, de cascas de frutas (laranja, limão), entre tantos outros. As rapaduras temperadas (com leite, casca de laranja, sidra ou amendoim). Os temperos são muito diversificada sendo uma culinária rica em temperos como açafrão e gengibre. O pequi, por exemplo, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa, ainda no início do século XVIII, começou a ser utilizado na culinária de Goiás. Na região que circunda a cidade industrial de Catalão, o pequi era empregado tão somente na fabricação do sabão de pequi, de propriedades terapêuticas. Hoje já é comercializado em Resultado de imagem para gastronomia guarobacompota. DELICIOSAS PAMONHAS: Está para ser criado quitute mais emblemático da cozinha goiana que a pamonha, muito embora ela esteja presente também na mesa de outros estados, como São Paulo e Minas Gerais. Dos inúmeros preparos, quis a culinária regional que a pamonha  fosse a grande festejada por aqui. Mais as “de sal” do que as “de doce”. Tradicionalmente, a demorada tarefa de ralar as espigas de milho-verde mobiliza famílias inteiras, num processo que se tornou quase um ritual. A trabalheira é recompensada pelo produto final, uma massa cremosa, envolta e cozida na própria palha e servida quentinha. CALDOS: Nem o verão, quando os termômetros ultrapassam facilmente os 30 graus, impede que o goianienses cultive o hábito de tomar caldo. Dos mais variados sabores e combinações, e escoltados por torradas e torresmos, a especialidade é consumida nos bares, sobretudo no fim de noite. EMPADÃO GOIANO, FRANGO COM PEQUI E GALINHADA: Estandartes da culinária local, esses três pratos nasceram da necessidade de adaptar os nossos ingredientes às receitas europeias, trazidas pelos colonizadores, e também para contornar os problemas de abastecimento nos rincões do país à época da mineração. Foi assim que se chegou à fórmula do empadão goiano. EMPADÃO GOIANO – De massa fina, ele é recheado com uma mistura substanciosa de pedaços de frango, ovo cozido, carne de porco, queijo, linguiça e guariroba – palmito amargo que é extraído de uma palmeira nativa do cerrado. FRANGO COM PEQUI – Da mesma forma, o fruto regional substitui as batatas no preparo do tradicional frango com pequi. O exemplo de Minas Gerais e São Paulo, a gastronomia goiana sofreu influências da cozinha trapeira. Mais pesada e de alto valor energético, ela era feita para durar longos períodos Resultado de imagem para receita de  pamonha goiananos farnéis dos peões e negociantes que viajavam enormes distâncias pelo interior do país conduzindo e vendendo gado. Essa é a provável origem da galinhada. Galinhada – Preparada sempre em grande quantidade para ser distribuída e compartilhada entre os tropeiros – característica que, ainda hoje, a  faz. INGREDIENTES: 1 guariroba pequena, 1 cebola pequena, 4 dentes de alho, 2 xicaras de leite, 1 pimenta fresca, Caldo de limão,, Azeite, Salsa picada á gosto MODO DE FAZER: Vá picando a guariroba em fatias, dentro de uma bacia com água e limão para que não escureça. Em seguida lave-a  em água corrente, escorra e deixe de molho no leite. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite; em seguida coloque  água suficiente que dê para cobrir a guariroba e acrescente  a pimenta e o sal . Deixe levantar fervura. Escorra a guariroba do leite,  junte á água e deixe a panela tampada até total cozimento. Acrescente a salsa picada. A pamonha caseira: é um dos meus pratos preferidos. Já tive o prazer de estar numa fazenda e comer uma pamonha feita na hora, com milho recém-colhido, e aquele queijo da roça derretendo. Todo esse sabor tem fatias de queijo fresco. Você pode ralar o milho na hora ou comprar na feira a massa, onde o milho já vem ralado, pronta para ser usado. Pode bater o milho no liquidificador ao invés de ralar.  Receita da Pamonha Rendimento: Em média 60 pamonhas. Ingredientes: 10Kg de massa de milho ou cerca de 120 espigas de milho raladas; Aproximadamente 2,5 de óleo, até dar o ponto. Sal, pimenta macerada e açúcar a gosto, se for fazer os 4 sabores; Linguiça caseira já frita previamente; Queijo fresco, cortado a seu gosto; Barbante ou "ligas" de escritório; Palhas das espigas suficientes para enrolar as pamonhas. (No mínimo 2 por pamonha); Modo de Preparo: Aqueça 2,5 Lt de óleo até Resultado de imagem para pamonha goiana goiânia - goestar fervendo. Jogue na massa de milho e mexa bem escaldando a massa. Observe se deu o ponto da massa. O ponto é quando tem um fiozinho de óleo nas bordas no recipiente com na foto abaixo. Se ainda não estiver assim, acrescente mais óleo fervente. Agora separe a massa na quantidade de sabores que for fazer. Neste caso foi separado em 2 partes. Não tem uma quantidade exata, pois vai depender da quantidade que queira fazer de cada sabor. Ela temperou a primeira parte com sal a gosto, depois dividiu esta em duas onde a primeira seria somente de sal e a segunda, temperou com pimenta. A segunda parte ela fez de doce, colocando açúcar a gosto, acrescentando uma pitada de sal. Fez assim por já ser experiente no assunto. Caso você queira temperar separadamente, para não se confundir, o resultado será o mesmo. Ponha para ferver água, enquanto se prepara para embalar as pamonhas. Obs.: Para fazer a pamonha à moda, faça com a mesma massa da pamonha de pimenta, só que, além do queijo, coloque um pedaço generoso de linguiça. Embalar as pamonhas: Higienize as mãos adequadamente ou use luvas, como preferir. Faça como no passo-a-passo abaixo: Dobre a palha do milho: Coloque a massa. Coloque o queijo (ou a linguiça) Coloque a outra palha da mesma forma que a primeira e amarre com o barbante. Amarre como se fosse uma trouxinha. Ponha as pamonhas na água, e quando ferver, conte 20 minutos. Tire as pamonhas e coloque em uma peneira para escorrer a água. Pronto para saborear popular em festas comunitárias e almoços em família. O PEQUI: árvore da família das caricáceas (Carioca brasiliense) é o símbolo máximo da goianienses, embora seja encontrado também nos Estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e Distrito de Federal, é apenas em Goiás que existem todas as espécies. O PEQUI DIVIDE OPINIÕES E PALADARES: uns amam, outros odeiam e alguns dizem não gostar, mesmo sem nunca ter provado. Resistências e paixões à parte, o pequi é, incontestavelmente, o principal símbolo da culinária goiana utilizada das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes das mais variadas, no leite, e na forma de um dos mais afamados licores de Goiás, ao lado do saborosíssimo licor de Jenipapo; seu grande atrativo, além do sabor, são os cristais que Resultado de imagem para homofobiaforma na garrafa, que dizem, é afrodisíaca. O PÃO DE QUEIJO: é uma receita típica dos estados brasileiros de Minas Gerais e Goiás. Apesar de ser uma delícia “importada” da gastronomia mineira, os goianienses preservam uma relação carinhosa com o pão de queijo. Sua receita consiste basicamente em um tipo de biscoito de polvilho azedo ou doce acrescido de ovos, sal, banha de porco, óleo vegetal e derivado de queijo de leite de vaca, de consistência macia e elástica. O tipo de queijo varia de acordo com a preferência ou disponibilidade. Os mais utilizados são mussarela, parmesão, sendo os mais tradicionais o queijo minas curado e queijo minas padrão, pois o mesmo dá o sabor típico do pão de queijo, daí seu nome. GASTRONOMIA: As opções gastronômicas de Alto Paraíso referem-se à simplicidade da típica comida caseira goiana, sendo que seu prato principal é a matula, uma iguaria à base de carne de sol, linguiça, pé e pele de porco, lombinho ou carne de lata e feijão branco, tudo refogado e muito bem temperado é servido embrulhado em folhas de bananeira. Pode-se encontrá- la no hospitaleiro Rancho do Seu Valdomiro, um restaurante à beira da estrada sentido povoado de São Jorge. Outra peculiaridade do local são os sorvetes com sabores típicos, como baru, araticum e buriti. As caldas, acrescidas de florais do cerrado, são associadas a estados de espírito. A de rosas do cerrado, por exemplo, traz tranquilidade.