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Meio de Locomoção no Espirito Santo

AEROPORTOS: o principal aeroporto capixaba é o Eurico Aguiar Salles, em Vitória, localizado num sítio aeroportuário com pouco mais de 5,4 milhões de metros quadrados. Instalado em 1946, apresenta atualmente um grande crescimento, tanto no transporte de passageiros, quanto de carga. Está em curso uma obra de ampliação em 15% de seu potencial. Vitória é um dos 35 aeroportos da Rede Infraero que conta com um terminal de cargas internacional. Estradas: o Espírito Santo é cortado por duas extensas rodovias federais, que basicamente convergem para a Grande Vitória. As principais são: BR-101: corta 20 municípios, atravessa o Estado de Norte a Sul, além de formar o elo com o Rio de Janeiro, ao Sul e com a Bahia, ao Norte. BR-262: que parte de Vitória, alcançando Mato Grosso do Sul, constituindo-se na principal via rodoviária de escoamento do Corredor Centro-Leste, além de ser a principal via de escoamento da produção da região serrana do Estado. É de grande importância devido a sua ligação com Minas Gerais. Rodovia do Sol: É uma rodovia Estadual, importante em relação ao Turismo, pois são uma rodovia litorânea, que liga Vitória s principais praias do Estado. Corredor de Transporte Centro Leste de Exportação e Importação: uma integração de portos capixabas com rodovias e ferrovias, principalmente com a estrada de ferroVitória-Minas, com o objetivo de exportar parte da produção agrícola e industrial dos estados consorciados do corredor, a maioria sem litoral (MG, GO, DF, TO, MS e MT). Ferrovias: As ferrovias do Estado já tiveram uma posição privilegiada porque integravam uma boa parte do território estadual, com quase toda a região sudeste do Brasil. Porém, com uma política voltada a privilegiar o sistema rodoviário, hoje o Estado possui somente a Ferrovia Vitória-Minas da CVRD, em pleno funcionamento, que transporta prioritariamente minério de ferro de Minas Gerais. Conta também com a ferrovia Centro-Atlântica S/A, que liga Vitória ao Rio de Janeiro.  Portos: O Porto de Vitória, com as demais instalações de Regência, Barra do Riacho, Praia Mole, Tubarão e Ubu, constitui o Complexo Portuário do Espírito Santo, oferecendo as melhores e mais variadas opções em serviços portuários disponíveis na América Latina, segundo a Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA). No total, os portos capixabas movimentam em torno de 45% do PIB Estadual. Os portos capixabas são responsáveis por 9,13% de todo o valor exportado pelo país e 4,95% de todo o valor importado, sendo o segundo maior complexo exportador em valor e o sétimo maior importador, do Brasil. Porto de Vitória: É o mais antigo porto do Estado, localizado junto à cidade de Vitória. Em 1870, o Porto de Vitória iniciava suas atividades exportando o café. Até o ano de 1892, manteve-se como um pequeno cais, quando o governo do Estado começou a investir na sua melhoria. A sua modernização teve como objetivo e agilizar as exportações, principalmente o comércio do minério que hoje é todo feito pelo Porto de Tubarão, já que aqui não se admite mais cargas poluentes. A Codesa, companhia que administra os portos capixabas, tem investido na recepção de navios turísticos e modernização de equipamentos, para agilizar o trânsito comercial. O Porto de Vitória é um porto cidadão, já que em pouquíssimos lugares do mundo se convive tão bem e de perto com a área portuária. Porto de Tubarão: o Porto de Tubarão localizado no final da praia de Camburil tem esse nome, pois se encontra na ponta do mesmo nome, um promontório que avança inexorável em direção ao mar. Esse porto abriga as transações comerciais da Companhia Vale do Rio Doce, que lida com minério de ferro extraído da região do Quadrilátero Ferrífero Mineiro, trazido pela estrada de ferro Vitória-Minas. Nas instalações, destacam-se pátio ferroviário, onde o são realizadas manobras com sistema automático, que descarregam o minério de ferro sem o desacoplamento dos vagões, com capacidade de 6.000 toneladas de minério descarregado por hora. Inaugurado em 1966, é o maior porto exportador de minério de ferro do Brasil, com fábricas em seu interior que transformam o minério bruto em "pellets", pequenas pelotas que facilitam a comercialização e estocagem. Porto de Praia Mole: É de uso privativo, operado por um condomínio formado pelas empresas Arcelor-Mittal, antiga Companhia. Siderúrgica de Tubarão (CST), Usiminas e Açominas. Possui dois terminais, um de produtos siderúrgicos e outro de carvão. Conta com acesso rodoviário e ferroviário. Porto de Barra do Riacho: Porto público, controlado pela Portocel. Opera, exclusivamente, embarque de celulose e bobinas de papel e desembarque de sal e madeira. Possui acesso rodoviário e ferroviário, bacia de evolução com 180m de raio e calado de 12m. O canal de acesso demarcado por balizamento luminoso possui 250m de comprimento por 150m de largura. O calado do canal de 11,50m. Porto de Ubu: De propriedade da empresa Samarco Mineração, possui dois berços de atracação e movimenta apenas minério de ferro e pellets. Após a edição da Lei de Modernização dos Portos (8.630/93), a administração do porto de Ubu iniciou estudos para a ampliação de suas instalações, com o objetivo de operar carga geral. Tem capacidade para receber navios de até 150 mil TDW e capacidade de carregamento de 9 mil toneladas por hora.