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A Gastronomia do ACRE

Resultado de imagem para pato no tucupiA GASTRONOMIA DO ACRE: As comidas típicas do acre são a mistura de sabores da cozinha Nordestina, Paraense, Síria e Libaneza. Na rua, praças aonde Resultado de imagem para a gastronomia do acretem as barraquinhas tem uma infinidade de lanches típicos. Além do delicioso café da manhã recheado de sobremesas à base de frutos regionais, os licores amazônicos são irresistíveis. Comidas típicas do Acre: Carne de Sol - Baião-de-dois - Panelada (buchada-de-boi) - Feijão ao leite de  castanha do Brasil Pato no Tucupi - Rabada no Tucupi - Cozidão Pirarucu à Casaca e ao leite  de  castanha do Brasil Tambaqui Grelhado - Quibe cru e assado - Tabule e outras delícias,   Pato no Tucupi: servidas nos melhores restaurantes do Estado Carne de Sol Com Purê de Macaxeira. Utiliza na Gastronomia do Acre:  o pato e o pirarucu, que herdou dos índios, e o bobó de camarão, vatapá e carne de sol com macaxeira, trazido do Nordeste brasileiro logo quando iniciou a extração do latex, já que muitos nordestinos migraram para o Acre tentando uma melhor qualidade de vida. No artesanato os artigos confeccionados com materiais extraídos da floresta amazônica. Do seringal surgiu a figura do seringueiro, Seringueiro-patrão ou seringalista, beneficiário do crédito da casa aviadora, e seringueiro-extrator, subordinado ao patrão. Um morando no barracão, sempre localizado à beira do rio, e o outro, na barraca, no meio da selva. O seringueio colaborou em momentos importantes da história brasileira para o desenvolvimento do país, trabalhando duro na extração do latex na floresta amazônica. Da floresta também surgiu um homem chamado Chico Mendes, que hoje é considerado referência internacional na luta em defesa da Amazônia; Chico Mendes foi assassinado em 22 de dezembro de 1988 e ganhou um prêmio único da ONU, o Prêmio Global 500 Anos. Em Rio Branco encontra-se uma comunidade religiosa chamada Alto Santo (Centro de Iluminação Cristã Universal) que pratica o Ritual do Santo Daime, típico do Acre, de origem indígena, que usa o Daime, um chá natural feito com folhas e cipó, usado pelos índios como forma de aproximação a Deus, todos tomam o chá, inclusive as crianças e os Resultado de imagem para pirarucu na casacaidosos. Os integrantes usam fardas de marinheiro e cantam o hinário, intercalando com Ave-Marias e Pai-Nossos Pirarucu à Casaca: Por ser uma região de muitos rios e lagos, o Acre tem o peixe como um ingrediente importante na sua culinária regional. Entre as espécies mais apreciadas, estão o filhote, o tambaqui e o Pirarucu. Uma receita tradicional na região Norte, principalmente em Manaus, o pirarucu àImagem relacionada casaca também é muito apreciado no Acre, que faz a pesca manejada do peixe. Na receita original, o pirarucu e os demais ingredientes são dispostos em camadas, sendo uma delas de farinha d’água. A receita a seguir é uma adaptação, feita pelo restaurante Ofélia Food, para agradar também aos clientes que não podem comer farinha. Ingredientes: 1 colher de manteiga - 2 colheres de sopa de alho batido no liquidificador - 2 cebolas picadas10 pimentinhas de cheiro - 1 colher de sopa de colorau  Modo de fazer: Coloque todos esses ingredientes em uma panela, refogando bem até fritar a cebola. Depois, acrescente o pirarucu, já escaldado para a retirada do sal e desfiado. Acrescente uva passa à gosto, e duas bananas fritas cortadas em cubos. Sirva com arroz branco. Dica: Se você preferir pode seguir a receita tradicional. Ao invés de misturar todos os ingredientes na panela vá colocando em um pirex, alternando as camadas. Primeiro forre a travessa com bananas fritas, cortadas em fatias. Depois coloque o pirarucu refogado com a cebola e os demais temperos, uma camada fina de farinha d’água. Repita os ingredientes até finalizar com as bananas. Quibe de arroz: Trazida para o Acre pela influência da comunidade árabe, os quibes são quitutes que já fazem parte da gastronomia acreana. E aqui no Estado além da receita tradicional, feita com trigo, um outro tipo de quibe também ganhou o paladar do povo: o quibe de arroz. O recheio é o mesmo, feito de carne moída. Mas na massa, ao invés do trigo, usa-se arroz cozido e óleo ou manteiga.  Para preparar, é preciso cozinhar o arroz, que pode ser com caldo de galinha, para dar sabor e cor à massa. O ponto é diferente do arroz para refeição, pois os grãos devem estar mais duros. Com as mãos, deve-se amassar o arroz cozido adicionando manteiga ou óleo para dar consistência e facilitar a manipulação. Aí é só preparar os rolinhos, furar no meio para colocar o recheio de carne moída e depois enrolar em formato de quibe, para então fritar. Quibe de MacaxeiraOriginário do Oriente Médio o quibe é um prato típico da região dos países árabes. O seu preparo mais comum é uma massa de carne moída e trigo tabule, recheada originalmente com carne de carneiro e ervas. O quibe é um prato popular também na América do Sul onde foi introduzido pelos imigrantes sírio-libaneses. O quibe foi incorporado à gastronomia acreana com mudanças bastante significativas no seu preparo, como a massa deResultado de imagem para charuto gastronomico macaxeira, raiz bastante consumida em toda a Amazônia. A criatividade e paladar do acreano foi além, o arroz também pode substituir a tradicional massa do quibe. Em outros estados o quibe de macaxeira é conhecido como croquete de carne, mas em qualquer lanchonete e restaurantes do Acre os quibes de macaxeira e de arroz são sempre uma ótima pedida. Massa – Os ingredientes da massa são 1 ½kg de macaxeira manteiga e três colheres de óleo ou manteiga. Para o preparo, é necessário cozinhar a macaxeira com água até cobri-las e adicionar sal a gosto. Depois de escorridas e ainda quente, deve-se amassá-las com um garfo ou moedor, adicionando manteiga ou óleo para dar consistência. Depois de bem amassada, faça bolinhos com as mãos e um furo no meio para colocar o recheio.Se preferir, você pode empaná-lo na farinha de rosca ou trigo. Uma dica antes de fritar os quibes é levá-los ao congelador durante 15 minutos e depois fritá-los em óleo bem quente até dourar. Outra dica importante é para quem quer levar os tradicionais quibes de macaxeira do Acre para outros lugares. A dica da D. Marilda que faz essa delícia há 20 anos em uma tradicional lanchonete em Rio Branco é enrolar os quibes ainda crus, um a um, em papel laminado e congelar. Os quitutes podem durar até 7 dias quando bem acondicionados