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Lazer em Roraima

A SERRA DE TEPEQUÉM tem inúmeros atrativos e um riquíssimo artesanato em pedra-sabão. O turista conhece as modificações sofridasResultado de imagem para turismo em roraima pela natureza devido à exploração de diamantes ao longo dos anos. Visitar a Serra do Tepequém em Amajarí é uma experiência ecológica inesquecível, além de proporcionar a realização de caminhadas em trilhas que se completam com lindas paisagens naturais, e próximas a sublimes Cachoeiras. NO PERCURSO, IMENSOS BURITIZAIS são avistados e descortinam em belas perspectivas naturais das lindas formações vegetais em combinação perfeita com a fauna existente, espécies de pássaros e macacos, formando um grande painel verde. O local é ideal para a prática do trekking (caminhada), até as cachoeiras do Paiva, Sobral, da Barata e do Funil. O visitante mais corajoso pode se aventurar numa subida ao platô, ponto culminante de toda a Serra, onde terá uma das vistas mais sublimes do vale e da cadeia montanhosa que delimita as fronteiras entre o Brasil e a Venezuela. A SERRA TEM UMA ALTITUDE MÉDIA DE 1.500 METROS, no município de Amajarí, é uma atração imperdível, existindo inúmeros produtos e serviços turísticos oferecidos nas vitrines de agências de viagens e turismo. Ambientes espetaculares que aguardam por turistas com o espírito de aventura vindo de toda parte do Brasil e do mundo para apreciar as riquezas dessa sublime paisagem naturais fantásticas. “ roraimaepequém, quem visita jamais esquece!” LOCALIZADO A APROXIMADAMENTE 210 quilômetros da capital Boa Vista O visitante ao chegar a Vila do Paiva, uma das localidades do município de Amajarí, logo vê a placa “Tepequém, quem visita jamais esquece!” Uma mensagem singular e que traduz o fiel cenário da região. A paisagem que se vê do alto dos 1.150 metros de altitude é de uma profunda contemplação do belo. Mas, para chegar à vila do Paiva, é necessário o mínimo de preparo. O acesso é aberto durante todo o dia, feito por estrada asfaltada. Tepequém é um olhar sobre os biomas de Roraima, um olhar sobre a história humana, geológica e geográfica. Uma diversidade de orquídeas e bromélias aguarda seus sentidos. Tepequém, as lágrimas que viraram diamantes. ANTIGA LENDA INDÍGENA que um vulcão vivia zangado e jorrava suas chamas e lavas a longas distâncias. O fogo derramava suas chamas serra abaixo, as roças de macaxeira, banana e as palmeiras de buriti, tucumã e coco babão viravam cinza e carvão. Na maloca, o Tuxaua, preocupado com a sobrevivência de sua tribo, consultou o Pajé e se reuniram em volta da fogueira. Num gesto de
renúncia, as três mais belas índias virgens da tribo se ofereceram em sacrifício e se lançaram no fogo do vulcão, que aplacou sua ira. Suas lágrimas viraram diamantes e até hoje estas lágrimas são encontras na serra do Tepequém.
ATRATIVOS: CACHOEIRAS: DA BARATA: o apelido de um antigo garimpeiro batizou essa cachoeira. O acesso é feito por meio de degraus pela trilha que leva as corredeiras. A cachoeira não é muito alta, e a temperatura da água agrada a quem chega ali, ótima para um banho revigorante. DO FUNIL: uma das mais belas da região. Para chegar até a gigantesca cachoeira do Funil, a visitante passa pelas antigas trilhas abertas por garimpeiros, é possível visualizar nas marcas nas rochas, o que os garimpeiros passaram para retirar as pedras preciosas, hoje a única riqueza que se leva deste lugar são as imagens e os sons da queda d’água. Aproveite. 
à caudalosa cachoeira há duas opções de trilha. A mais rápida, tem descida mais íngreme, e conta com apoios e trilhas de chão batido, com escadas para o acesso. Já a mais plana é a mais longa, com acesso um pouco mais fácil e também possui apoios para locomoção. No fim das contas, isso pouca importa, em virtude da recepção sonora que a queda d’água realiza. Prepare-se para um banho revigorante. Quando sair da água, atravesse o rio (cuidado com as pedras) e suba até o platô. Lá em cima, pode-se admirar o visual da planície até onde enxergar a linha do horizonte. Os visitantes costumam utilizar o local para meditação Resultado de imagem para serra tepequem roraimae fotografias. UM DOS LUGARES MAIS ANTIGOS DO PLANETA, o Monte Roraima atrai cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e aventureiros. Todos ávidos por escalar o enorme paredão de pedra e sentir o prazer de chegar ao topo. Um cenário cinematográfico cercado pela flora variada, singular, além de reunir formações rochosas de milhões de anos, que lembram o período dos dinossauros e cristais existentes no platô, sobre os quais se pode andar sentar e meditar. O MONTE RORAIMA é o segundo ponto mais alto do Brasil, com 2.734m de altitude, um lugar que impressiona pelas formas esculpidas nas rochas pela ação dos ventos. Possui uma flora diferenciada, com ocorrência de espécies endêmicas de orquídeas, além de formações rochosas moldadas pelos ventos e afloramentos de cristais. Um ambiente envolto em uma atmosfera de magia e mistérios, que segundo a lenda indígena “O Monte Roraima” é o berço e morada de Macunaíma, Índio corajoso e guerreiro. A palavra Roraima tem origem indígena e sua etimológica possibilita três significados: “Monte Verde”, “Mãe dos Ventos” e “Serra do Caju”.  TRÍPLICE FRONTEIRA ENTRE O BRASIL – Guyana – Venezuela fascina aos visitantes com seu majestoso e imponente formação rochosa, em meio às savanas Amazônicas. O acesso somente é viável por caminhadas pelo lado venezuelano, distante a cerca de 3 dias a pé, a partir da aldeia de Paraitepuy, que serve de ponto de partida e distante cerca de 60 km de Santa Elena de Uairen, cidade venezuelana no outro lado da fronteira, próxima ao município brasileiro de Pacaraima. Pelo lado brasileiro exige a escalada de uma parede de rocha com cerca de 600 metros de altura, o que só pode ser feito por alpinistas experientes. VALE DOS CRISTAIS: Um dos atrativos em cima do Monte Roraima é o Vale dos Cristais, uma imensidão forrada por cristais. Um lugar mágico onde se espalham pedras de todos os tamanhos. A vista é um espetáculo à parte.